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O material transplantado é denominado autoenxerto ou autotransplante. A vantagem fundamental e essencial do autotransplante é a ausência total de reação imunológica de rejeição, uma vez que o sistema imunológico reconhece o tecido transplantado como o seu próprio.
O método baseia-se na utilização dos recursos regenerativos do próprio organismo para reparar defeitos ou restaurar funções.
Principais vantagens:
A principal desvantagem do método é a necessidade de causar trauma adicional no local da colheita do enxerto (ferida do doador), bem como a quantidade e o volume limitados de material disponível para transplante.
A autotransplantação é o padrão ouro em muitas áreas da cirurgia reconstrutiva.
A autotransplantação deve ser diferenciada do alotransplante, em que o dador é outro indivíduo da mesma espécie (por exemplo, transplante renal, hepático ou cardíaco). A alotransplantação está sempre associada ao risco de rejeição e requer terapia imunossupressora contínua. A xenotransplantação é transplante de órgãos e tecidos entre espécies diferentes (por exemplo, de animal para humano). O isoenxerto é um transplante entre organismos geneticamente idênticos (gémeos monozigóticos) que, como no caso do autotransplante, não provoca rejeição.
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