Especialidades
AnestesiologiaAngiologiaCardiologiaDermatologiaDoenças infecciosasEndocrinologiaEstomatologiaFisiologiaGastroenterologiaGinecologiaHematologiaHepatologiaHistologiaNeurologiaObstetríciaOftalmologiaOncologiaOtorrinolaringologiaPediatriaPneumologiaTraumatologiaUrologiaO processo de consolidação da fratura ocorre em várias etapas estritamente sequenciais. Primeiro, o sangue que escorre dos vasos danificados coagula, formando um coágulo no qual as células de reparação do organismo convergem. Após algumas semanas, este coágulo é substituído por tecido cartilaginoso denso. Nesta fase, os fragmentos já estão “colados” entre si, mas a resistência mecânica ainda está ausente.
Posteriormente, células especializadas mineralizam a cartilagem com cálcio, transformando-a em osso fibroso. A etapa final é o remodelamento prolongado, quando o calo bruto é reorganizado em uma estrutura laminar resistente, alinhando-se estritamente às linhas de carga física.
A aparência de uma sombra característica em forma de nuvem nas radiografias ao redor da área da fratura indica o início bem-sucedido do processo de união. A completa ossificação do calo é o principal critério clínico para a remoção do gesso ou autorização de carga total na perna.
Na prática médica, também encontramos tipos patológicos de calo, sendo que os mais clinicamente importantes são o calo hipertrófico e o atrófico. O calo hipertrófico ocorre devido à mobilidade excessiva dos fragmentos e se apresenta como uma massa óssea grande. O calo atrófico se desenvolve em condições de suprimento sanguíneo local extremamente pobre e frequentemente é um precursor da formação de uma pseudoartrose.
Link copiado com sucesso para a área de transferência
Obrigado!
A tua mensagem foi enviada!
Os nossos especialistas entrarão em contacto contigo em breve. Se tiveres mais perguntas, contacta-nos através de info@voka.io